Por vezes aquilo que pensamos ser um exorcismo, mais não é do que entrarmos de peito feito no pântano onde nos afogaremos. Sem darmos conta, obviamente, porque estamos demasiado ocupados em procurar defeitos e falhas em todo o lado.
Outra vez o Shakespeare: guardar ressentimento é tomar veneno e esperar que outro morra. Ou quase; não espero que ninguém morra. A não ser os fantasmas que me apoquentam. Não, esses já estão mortos. Que desapareçam. Sem veneno nem ressentimentos. Que me deixem descansar.